Terça-feira, Setembro 16, 2008
( 2:19 PM )

I`m back!

Soberana Parte II - O Retorno

Soberana#


Apenas lamentaram... :(



Segunda-feira, Junho 02, 2008
( 8:28 AM )

"E o tempo se rói
Com inveja de mim
Me vigia querendo aprender
Como eu morro de amor
Prá tentar reviver".


(Resposta ao Tempo - Nana Caymmi)


Soberana#


Apenas lamentaram... :(



Quinta-feira, Março 13, 2008
( 8:16 PM )

A Quem Interessar Possa

Depois de quase 5 anos, o Sempre Soberana fecha suas portas.
Não é por falta de assunto, mas por falta de espaço para adição de novos arquivos, e já que não quero deletar antigos, estou agora me despedindo.
Caso sintam muito a minha falta (espero que sim), escrevam-me!
Caso eu volte a escrever nesse mundão cibernético de Deus, avisarei.
Caso eu não avise, me encontrem por aí.

Para os meus poucos amigos e fiéis leitores, deixo-vos os meus posts antigos, 5 anos de muita coisa escrita. Se gostarem de um Vale a Pena Ler de Novo, basta clicar em um daqueles links nessa lista grande aí do lado.

Foi bom estar com vocês (como diria Xuxa).

Falei e Disse.
"Bêiju mi liaga"!
Fui!!!

Soberana#


Apenas lamentaram... :(



Segunda-feira, Março 03, 2008
( 10:03 PM )

"Oh, meu amigo, eu esperei tanto tempo por respostas
E depois de tanto tempo
Ainda havia mais pra esperar

Então eu sentei e esperei
E resolvi desprezar o tempo
Eu não sabia mais o que vestir e eu não tinha mais pra onde ir"...


(Das Coisas que Eu Entendo - Nenhum de Nós)

Soberana#


Apenas lamentaram... :(



Domingo, Março 02, 2008
( 11:22 PM )
Nada a dizer. Só a cantar!

"Sou um animal sentimental
Me apego facilmente ao que desperta meu desejo".

(...)
"Tínhamos a idéia, você mudou os planos
Tínhamos um plano, você mudou de idéia".

(...)
"Antes eu sonhava, agora já não durmo".

(Sereníssima - Legião Urbana)

Te extraño
Armando Manzanero
Composição: Armando Manzanero

Te extraño
como se extrañan las noches sin estrellas
como se extrañan las mañanas bellas
no estar contigo por dios que me hace daño.

Te extraño
cuando camino caundo lloro cuando rio
cuando el sol brilla cuando hace mucho frio
porque te siento como algo muy mio.

Te extraño
como los arboles extrañan el otoño
en esas noches que no concilio el sueño
no te imaginas amor como te extraño.

Te extraño
en cada paso que siento solitario
cada momento que voy viviendo a diario
estoy muriendo amor porque te extraño.

Te extraño
cuando la aurora comienza a dar colores
con todas tus virtudes con todos tus errores
por lo que quieras no se pero te extraño.


E como ele ainda me faz falta... num vou mentir...

Soberana#


Apenas lamentaram... :(



Sexta-feira, Fevereiro 29, 2008
( 1:24 AM )
Triste é ter sono e não conseguir dormir. Nunca pensei que fosse sofrer de insônia, nunca tive problema pra dormir, "arrumei" isso quando cheguei aqui. Ê, ê, aí, hein?
Por isso escrevo posts longos que parece que ninguém lê. Tenho recebido pouquíssimos comentários, porém, valiosos. E vai mais um post longo de uma das minhas séries.


Meros devaneios tolos - Parte III

[Escrito em 3.12.05 12:30 AM]

É estranha a efemeridade dos momentos e situações. Parece que foi ontem que recebi uma ligação no meio do expediente de alguém bem longe de mim que voltava da praia com sua prancha e dizia: "Vi esse mar lindo azul e lembrei de você!"
Às vezes penso que o gostar é uma grande mentira. Todos fingem que amam e que querem ser amados, quando na verdade é apenas ilusão, uma confusão de reações químicas e joguetes da imaginação. Analisando friamente: Por que ele lembrou de mim quando viu o mar azul? Não tenho olhos azuis. Nunca estive com ele em frente de mar nenhum. A única coisa que existia era papo, conversas intermináveis, palavras apenas. Agora, se por algum motivo ele lembrou de mim... pra quê me dizer? Eu não estava pedindo pra saber. Meses depois não estava eu perto dele, perto desse mar? E nem por isso pensou em mim... sequer olhou direito pra mim. São essas coisas que não consigo entender...

"Falas de amor, e eu ouço tudo e calo
O amor na Humanidade é uma mentira.
E é por isto que na minha lira
De amores fúteis poucas vezes falo.

O amor! Quando virei por fim a amá-lo?!
Quando, se o amor que a Humanidade inspira
É o amor do sibarita e da hetaíra,
De Messalina e de Sardanapalo?

Pois é mister que, para o amor sagrado,
O mundo fique imaterializado
— Alavanca desviada do seu fulcro —

E haja só amizade verdadeira
Duma caveira para outra caveira,
Do meu sepulcro para o teu sepulcro"?!

(Idealismo - Augusto dos Anjos)

---

Depois de tentar ver o pôr-do-sol e só conseguir chegar quando ele já se escondia no mar, nos sentamos num banco em frente ao farol. Enquanto ele cantava pra mim uma música que falava de despedida (acho que só pra me irritar), um grupo de pessoas se posicionou bem na nossa frente pra tirar uma foto do melhor ângulo do Farol da Barra. O fotógrafo dava as diretrizes para uma senhora e duas crianças, e então percebemos que também saíriamos na foto e saíriamos bem! Ele, como sempre divertido, encostado em mim, a minha frente, se ajeita no banco fazendo uma pose, põe um sorriso nos lábios e sem retirá-lo diz: "Bb, a gente vai sair na foto! Sorria pra foto, Bb, sorria pra foto"!!! Olhei pra ele e vi ainda o sorriso estático, típico dos que estão sendo fotografados, e pus no rosto o mesmo sorriso olhando fixamente para a câmera alheia.
O retratista notando nossa atitude, nos olha, baixa a câmera e fala para a senhora: "Aqui não dá, vamos mais pra frente". E saiu puxando a mulher com as duas crianças para um lugar onde ficaríamos completamente fora do foco, fazendo nosso sorriso murchar. Murchou, mas eu nunca ri tanto na minha vida! Lembrava da ousadia dele, eu seguindo seu conselho, do sorriso dele pra foto, e ria, ria do fotógrafo indo embora nos frustrando e ria muito. Ri como há muito tempo não tinha rido. Cheguei em casa e continuei rindo toda vez que lembrava. Ri até doer as costas. Ri deitada no chão sem me controlar. E ele só me olhava, incrédulo, e ria também com um sorriso lindo de dentes brancos, com um olhar lindo, como há muito tempo eu não tinha visto.

Soberana#


Apenas lamentaram... :(



Quarta-feira, Fevereiro 27, 2008
( 11:58 PM )

Tendo a plena convicção que meu blog anda muito chato (chato pra quem lê, pra mim tá uma delícia, como sempre!), resolvi voltar um pouco aos velhos e bons tempos de historinhas leves e divertidas sobre o "dia-a-dia do meu cotidiano".

A verme.

Bom, alguns sabem que eu passei um tempo bem doente. Nesse tempo minhas primas-irmãs-queridas-e-amadas vieram cuidar de mim, dar remedinho, fazer comidinha, essas coisas, mas o mais importante elas fizeram por mim e que ajudou na minha cura: me fizeram rir e rir muito!

Estava eu, Siri-na-lata e a Cafuçu, exatamente nessa ordem, lado a lado, sentadas na cama. Eu e a Cafuçu, dupla de hipocondríacas, falando de doença o tempo todo, comentando sobre as vezes que fomos parar na urgência, as injeções, as dores, os remédios, conversando sobre isso empolgadíssimas! Siri-na-lata, coitada, completamente fora do contexto, calada, no meio de nós duas, olhando de um lado pra o outro, não sabia o que fazer para adentrar na conversa. Coisa chata é não saber conversar sobre um determinado assunto, né? Então, ela estava se sentindo excluída, com certeza, e quando já não suportava esse sentimento, falou num rompante, nos interrompendo:

"E eu que tenho uma verme"!

Paramos para ouvir a sua história. "Eu já comprei o remédio, mas tem que parar 10 dias de beber pra tomar esse remédio e eu ainda não consegui".

"Pois, Siri-na-lata", continuo, tentando incentivá-la, "você tem que parar, minha filha, porque senão, essa verme vai crescer e uma hora ela vai ter que sair de dentro de você, por algum lugar"!

Siri-na-lata grela o olho e a Cafuçu (vulgo: Siri-nega-do-zói-verde) continua: "É verdade, você tem que parar e tomar o remédio, porque ela cresce mesmo".

E Siri-na-lata: "Cresce quanto? De que tamanho ela fica"?

Eu faço com as mãos um tamanho aproximadamente de 50 cm, enquanto Siri-na-lata me olha assustada. Ao mesmo tempo que eu, a Cafuçu faz o mesmo gesto, só que num tamanho bem menor que o meu. Bem menor mesmo, o que era mais lógico e mais correto, já que ela, futura bióloga, deve já entender do assunto, mas que não ajudaria muito a incentivar a nossa querida prima, a largar por um tempo a cervejinha de quase todo dia para combater a verminose.

Siri-na-lata estava olhando pra mim, de lado pra Siri-nega-do-zói-verde, mas rapidamente virou e viu que não concordávamos com o tamanho da tal verme. Cafuçu, essa, tentou consertar seu fora e aumentou um pouco o tamanho imaginário da verme. Aumentou, depois diminuiu um pouco, aumentou, diminuiu de novo, isso tudo rapidamente, com as mãozinhas abertas. Ficou vacilante. Siri-na-lata notando nossa discordância, então pergunta:

"Sim, mas de que tamanho é essa verme mesmo"?

Caímos na risada. Deu vontade de dizer: "Do tamanho do rabo da mãe"!* Mas por respeito a nossa tia, apena rimos muito.


p.s.1: Soube ontem que ela finalmente conseguiu parar de beber por 10 dias e tomou o remédio pra verme. Mas isso só bem depois do carnaval.
p.s.2: * "Do tamanho do rabo da mãe"! é a frase final de uma piada sobre padre.

Soberana#


Apenas lamentaram... :(



"Se escrevo o que sinto é porque assim diminuo a febre de sentir. O que confesso não tem importância, pois nada tem importância. Faço paisagens com o que sinto".
(Fernando Pessoa)







"Eu sou Aquela de quem tens saudade, A Princesa do conto: "Era uma vez..." (Florbela Espanca)

"O correr da vida embrulha tudo. A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem." (João Guimarães Rosa)




Soberana - assustadoramente passional e nostálgica. Constantemente melancólica.
Diz-se cética e pragmática, mas é por achar o nome bonito para o seu costume de desacreditar e deletar. Na verdade sabe que é só desilusão com uma pitada grande de dramaticidade.


Baiana, filha de pai alagoano e mãe pernambucana.
Tipicamente nordestina, sou brava mas não sou mulher-macho, apesar de ser muito briguenta.
Sou engenheira de profissão e escritora de coração.
Adoro beijos na boca e abraços apertados.
Amo cantar, mas minha voz é esquisita.
Devoro livros, amo ler, mas não gosto muito de comer.
Dizem que sou falsa magra.
Odeio meu cabelo.
Tenho sonhos: passar num concurso público ter uma casa grande, casar, ter filhos, criar gatos, aprender a tocar piano. Viajar o mundo. Falar línguas estrangeiras. Amar. Ser amada.


"Eu quero plantar um livro, ter uma árvore e escrever um filho".


"Quero sentir a brisa quente
Dormir embaixo de uma palmeira
Sentir o agito do oceano
Entrar num trem que corra muito
Viajar numa nave espacial
e ir pra bem longe
e fugir".


Fugir...

 


Em caso de saudade aguda
escreva para:

soberanarubia@gmail.com

Quer conversar no msn?

soberana_rubia@hotmail.com



  tops de linha
  feliz melancolia













Page copy protected against web site content infringement by Copyscape

Composição Gráfica
ronaldo ichi
Codigo Original
blogger.com.br